Morgana Teixeira Lima Castelo Branco

MORGANA TEIXEIRA LIMA CASTELO BRANCO

 

Cv lattes: http://lattes.cnpq.br/6437005961894530

e-mail: morgcb@gmail.com ou morganalima@ufrj.br

 

Laboratório de Imunologia

Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF)

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

 

Projeto

POTENCIAL FARMACOLÓGICO DE ESPÉCIES DA AMAZÔNIA BRASILEIRA: ATIVIDADE ANTINEOPLÁSICA DE MANILKARA HUBERI

 

Resumo de divulgação científica: 

A biodiversidade da região amazônica e seu potencial biotecnológico têm sido intensamente discutidos ao longo dos anos, e o número de espécies de plantas em estudo dessa região tem aumentado. O extrativismo indiscriminado e a perda de grandes áreas florestais na região amazônica representam uma constante ameaça a esse patrimônio, uma vez que muitas espécies podem desaparecer sem terem sido estudadas. O emprego de plantas medicinais com fins terapêuticos é uma prática que se tem utilizado ao longo da história da humanidade. Seu uso tem sido cada vez mais sofisticado, como por exemplo a Química moderna isolando os compostos ativos das plantas e trazendo benefícios adicionais, como baixa toxicidade e potencial para combater doenças resistentes a drogas. O uso de espécies amazônicas como plantas medicinais para tratar diversas patologias incluindo o câncer tem sido relatado. No Brasil, onde a morbidade devida ao câncer só é superada pelas doenças cardiovasculares, as estimativas preveem o aparecimento de cerca de 580.000 novos casos em 2019, fazendo desta doença um importante problema de saúde pública. Sabe-se que 60% das drogas hoje em uso clínico derivam de produtos naturais, e sendo o Brasil possuidor da maior biodiversidade do planeta, buscar novas alternativas para o tratamento do câncer utilizando essa diversidade das plantas da Amazônia será bastante útil, revertendo para a sociedade os investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

 

Equipe

Josiane Lopes Bentes – Mestre

Marcia Cristina Braga Nunes Varricchio – Pós-Doutoranda

 

Colaboradores

Heitor Siffert Pereira de Souza – Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ)

Janaina Fernandes – Pólo Xerém, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Juliana Maria Gomes da Motta – Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis (UFRJ)

Mariana Paranhos Stelling – Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis (UFRJ) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ)

Mauro Sérgio Gonçalves Pavão – Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis e Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ)

Vivian Mary Barral Dodd Rumjanek – Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis (UFRJ)